Mrs. Margot
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    Foi um passeio demasiado rápido por Vila Nova de Milfontes, foi a primeira vez que fui para aquela zona, do pouco que vi gostei muito e quero muito voltar, achei a vila muito amorosa (apesar de alguns espaços de restauração serem completamente para turistas devido aos elevados preços) e depois podemos encontrar spots como estes de uma beleza natural ímpar, uma vista incrível.
    As fotografias estão sem filtros.
    Para além do passeio, decidi fazer umas fotografias com este look para mostrar sobretudo o meu casaco novo, é verdade que ando apaixonado por casacos de ganga, já há mais de 10 anos que não vestia um e neste último ano devo ter comprado uns 7/8, a minha cor preferida é o amarelo, então achei que este casaco era completamente a minha cara.


    Gostei tanto deste casaco da Pull & Bear, que não só tenho nesta cor, como também tenho em salmão, que ainda não estreei.


    Quero muito voltar a esta zona com mais tempo para explorar tudo isto, de facto temos um país lindo, de uma riqueza natural maravilhosa e é um dos meus desejos poder descobrir mais das maravilhas que este país tem para oferecer.



Casaco: Pull & Bear
T-shirt: New Yorker
Calças: Pull & Bear
Sapatilhas: Lefties


O que acharam do look?
Bom fim de semana! =)
Mrs. Margot

    Uma das minhas mais recentes leituras foi o livro “A Todos os Rapazes que já Amei” da autora Jenny Han, primeiro volume de uma trilogia do género young-adult e que recebeu uma adaptação cinematográfica por parte da Netflix.


Título em Portugal: A Todos os Rapazes que Amei (#1)
Título Original: To All the Boys I've Loved Before (#1)
Autor(a): Jenny Han
Nº de Páginas: 272
Lançamento: 11/2014
Editora: TopSeller

Sinopse:
    «Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
    Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
    Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

___________________________________________

    Desde que saiu este livro fiquei logo muito curioso, sobretudo por causa do hype criado entre a comunidade blogueira literária, estava na minha wishlist e decidi comprar a trilogia toda numa boa promoção que apanhei.
    Quando comecei a ler o livro confesso que rapidamente me arrependi de ter comprado a trilogia, porque estava achar o livro demasiado infantil, tonto, sem grande interesse... mas queria lê-lo até ao fim para ter uma opinião mais fundamentada, foi então que a meio do livro eu já estava conquistado, a história foi ficando mais interessante, os personagens foram crescendo em mim e a leitura foi se tornando cada vez mais prazerosa. Graças a deus o arrependimento passou.

    Lara Jean escreveu uma carta para cada paixão (cinco) que teve e guardou-as na sua caixa de chapéus, eram cartas destinadas a ficarem guardadas para ela, como uma despedida das suas paixões platónicas... só que um belo dia a sua irmã mais nova decide enviar as cartas a cada rapaz e Lara Jean terá que lidar com o confronto de cada um. 
    Um dos seus crushes é o Josh, recente ex-namorado da sua irmã, para evitar o confronto com ele, decide fingir um namoro com Peter K (outro remetente das suas cartas), o namoro dele acabou recentemente, a sua ex-namorada Genevieve trocou-o por um rapaz da Universidade e o namoro falso com Lara Jean ajudará a provocar ciúmes nela.
    O que Lara Jean não estava a contar é que ambos os rapazes começassem a prestar atenção nela e com a proximidade deles, ela terá que decidir para qual o seu coração pende mais. E se para dificultar ainda mais a situação, outro rapaz dos cinco venha baralhar tudo?

    Uma leitura muito querida, fofinha, adorável, a história é jovem, flui muito bem, é rápida de se ler e gostei tanto que quando acabei o livro, tive que começar logo a ler o segundo volume.



To All the Boys I've Loved Before 


8/10

    Em relação à adaptação eu confesso que para não variar eu gostei mais do livro, mas não foi assim uma adaptação muito decepcionante, a escolha dos actores foi boa, a história conta o principal e é um bom filme para ver numa bela tarde de cinema, com umas pipocas ou outro snack, uma boa companhia ou sozinho, um filme do género romance e young-adult gostoso de se ver.
    É daqueles filmes que provavelmente repetiria pela sua leveza.

    Confesso que em relação aos actores, a actriz que faz de Lara Jean é até semelhante àquilo que tinha imaginado, já em relação aos rapazes, idealizei-os mais bonitos (eheh), mas mesmo assim não desgostei dos actores escolhidos porque se calhar tinham uma aparência mais "real", as irmãs de Lara Jean e o pai não têm nada a ver com o que eu tinha imaginado.

    Netflix já está a tratar da adaptação do segundo volume e eu estou muito curioso para ver.


Boas leituras e bons serões! =)
 Mrs. Margot

    Uma das minhas mais recentes aprendizagens nas minhas aulas de Corte, Costura e Modelagem, foram os godés, aprendi a fazer saias godé, meio godé, 1 quarto de godé e 4 quartos de godé, também aprendi a fazer folhos em godé, punhos e mangas neste formato. 
 



    Gostei bastante de fazer esta saia, adorei o resultado final, quanto maior for o godé mais canudinhos irá ter a saia, decidi colocar fecho vermelho para dar um toque de cor forte à saia.


    Antes de terminar a bainha, a saia teve que ficar pendurada durante 48 horas porque pode ser esticar um pouco e depois temos que acertar a saia para ficar à mesma altura, na bainha desta saia usei pela primeira vez baba de aranha que foi uma grande ajuda para poupar tempo e trabalho, o resultado é muito bom. 






Agarra-te ao que te faz feliz! =)
Mrs. Margot

    Encontrámos este espaço perto do hotel onde ficámos e devido à sua popularidade no tripadvisor, decidimos ir experimentar e mesmo numa época invernosa o restaurante estava cheio, nem quero imaginar no verão, o La Dolce Vita é um restaurante italiano digno de visita.


    De entrada pedimos um pão com alho e queijo que não nos surpreendeu, achámos um pouco pesado e gorduroso, mas foi o ponto negativo do jantar, os outros pratos compensaram muito.


    Eu pedi um clássico spaghetti bolognese e foi talvez das melhores, senão mesmo a melhor bolonhesa que já comi em restaurantes italianos, estava uma verdadeira delícia. De destacar que vem muito bem servida, tive dificuldade em comer tudo.  


    Ele pediu uma tradicional lasanha e segundo ele estava maravilhosa, também das melhores que já comeu. 


    Não houve tempo para sobremesa porque tínhamos que ir para o espectáculo.
    O espaço é muito interessante cheio de frases, provérbios e citações italianas nas paredes, com uma decoração que nos remete para este tipo de gastronomia, um staff muito simpático e prestável, se um dia voltarmos à cidade será um local a regressar sem dúvida. 


Boas descobertas! =)
Mrs. Margot

    Estou com bastantes publicações em atraso, cheio de rascunhos incompletos, tem sido difícil conciliar as aulas de costura, com o blog, sobretudo numa altura em que estive mais em baixo, sem energia, andava a fazer compensação de aulas devido aos meses que tive afastado, agora que já voltei ao ritmo normal, espero ter mais tempo e motivação para me dedicar ao blog.

    Dito isto, fui assistir à final do Festival da Canção a Portimão e aproveitei para estrear algumas peças que foram das minhas últimas que comprei nos saldos, quem me segue no meu instagram pessoal ficou fartinho de o ver, este blazer da Bershka que comprei por 9,99€ e as calças de pano da Lefties que custaram 5€, algumas pessoas pensaram que era um fato, mas foi uma feliz coincidência encontrar duas peças de lojas diferentes que combinam. 

    Só tinha estado uma única vez no Algarve, precisamente em Portimão, mas aproveitei o passeio e desta vez fui conhecer a Marina de Vilamoura, um local muito turístico cheio de bares, lojas e restaurantes, estas duas primeiras fotos foram na marina.


    As restantes foram tiradas no exterior do hotel onde ficámos, estava uma luz bonita de final de tarde, este fim de semana também serviu para testar o meu novo brinquedo, o Huawei Mate 20, fiquei logo fascinado pelas câmaras, são muito boas e com algumas definições muito interessantes.

    Também devo confessar que foi a primeira vez que usei um blazer (sem ser obrigado) e em adulto, nunca fui dado a peças mais formais, mas gostei bastante de o usar e de como me ficou, vou usá-lo muitas vezes e já estou a pensar comprar mais.





    Foi um fim-de-semana maravilhoso, soalheiro, sol de inverno, onde comemos bem, passeámos, assistimos ao festival que ambos somos fãs, ganhou o nosso concorrente preferido, foi mais uma boa bolha de felicidade. 




O que acharam do look?
Bom fim-de-semana! =)
Mrs. Margot

    Tinha este livro cá por casa, que ofereceram ao namorado, fiquei curioso com o título deste livro, "A Rapariga que Lia no Metro" da autora Christine Féret-Fleury, há livros que podem ser uma verdadeira surpresa, mas não é o caso deste, foi uma desilusão.



Título em Portugal: A Rapariga que Lia no Metro
Título Original: La Fille qui lisait dans le métro
Autor(a): Christine Féret-Fleury
Nº de Páginas: 168
Lançamento: 11/2017
Editora: Porto Editora

Sinopse:
    De segunda a sexta-feira, sempre à mesma hora matutina, Juliette apanha o metro em Paris. Nesse caminho diário e rotineiro para um emprego cada vez mais rotineiro, a viagem na linha seis é a única oportunidade de que Juliette dispõe para sonhar.

    Aos poucos, essa necessidade espelha-se na observação dos demais passageiros, pelo menos, daqueles que leem: a velha senhora que coleciona edições raras, o ornitólogo amador, a rapariga apaixonada que chora sempre na página 247. Com curiosidade e ternura, Juliette observa-os como se, pelas suas leituras, lhes adivinhasse as paixões, e a diversidade das suas existências pudesse dar cor à sua vida, tão monótona e previsível.

    Até ao dia em que, seguindo um impulso invulgar, decide descer duas estações antes da paragem habitual - e esse gesto, aparentemente inocente e aleatório, acabará por se tornar o primeiro passo de uma experiência completamente alucinante e tão perturbadora quanto a de Alice no País das Maravilhas.

_____________________________________________


    Este livro partia de uma ideia muito interessante, mas autora acabou por se divagar em vários assuntos sem nunca aprofundar nenhum deles e acabou por perder a mão a uma ideia que podia ter resultado muito bem.

    A ideia que mais gostei foi sem dúvida os "passadores", pessoas que iam buscar livros ao escritório de Soliman e os entregam a pessoas aleatórias, que após analisa-las lhes entregam um livro que achavam que ia ter alguma importância na vida delas ou que podia ser do gosto delas. Juliette, reparava nos livros que as pessoas liam no metro, descobre por acaso o escritório dos "passadores" e passa também ela a passar os livros para outras pessoas. E é só isto que o livro fala dentro desta temática que podia ter sido tão aprofundada.

    Outra questão interessante era saber qual a história da vida de Soliman e da sua querida filha Zaide, imigrantes em França, mas mais uma vez a autora não revelou grande coisa. 

    Este livro está cheio de referências a outros livros, os apaixonados por literatura vão gostar bastante disso. 

    Toda esta história é uma aventura de Juliette que infelizmente também não se sabe muito sobre ela, apenas se sabe que fazia um trabalho que não gostava e era apaixonada por livros. 

    A ideia deste livro até era muito boa, infelizmente espremida não houve grande história. A autora divaga bastante e não aprofunda nada. É natural que ao ler este livro nos percamos várias vezes sem saber para que rumo a história nos aponta.



Boas leituras! =)
Mrs. Margot

    Não foi a primeira peça que fiz nas minhas aulas de Corte, Costura e Modelagem para uma pessoa real, neste caso a minha irmã, fiz uma peça antes mas ainda não a finalizei e fotografei, esta foi a segunda peça que fiz com as medidas dela, uma saia de machos, ainda não tinha aprendido a fazer machos em saias e confeccionei esta saia para isso mesmo.


    Adorei este tecido que comprei numa boa promoção na Feira dos Tecidos, acho-o muito bonito, comecei a fazer a modelagem da saia, dando a fundura para dois machos, a saia foi forrada.
    A maior dificuldade na verdade foi trabalhar com este padrão, tecidos com padrão sobretudo em quadrados, eles têm que casar todos, estar todos alinhados em cada costura e nem sempre isso é fáciç e leva tempo, mas o resultado compensa sempre.


    E pronto peça finalizada e a minha querida irmã fez-me o favor de tirar umas fotos com a saia para ter uma noção da peça no corpo, que foi feito completamente à medida do corpo dela. 







Agarra-te ao que te faz feliz! =)
Mrs. Margot


    A Barbie faz hoje 60 anos e por mais que muitos queiram ver como a objectivação da mulher, como um símbolo que padroniza e escraviza o corpo da mulher, eu sempre vi a Barbie como um escape da minha vida, com as barbies cultivava a minha capacidade de imaginação, a minha criatividade, para mim sempre foram um símbolo disso mesmo, de brincadeira, companhia, imaginação e criatividade.

    Sempre fui fã e sempre tive barbies, lembro-me muito bem a primeira vez que recebi uma, claro que com uma infância mais humilde tinha mais bonecas semelhantes que barbies originais, mas ainda cheguei a ter algumas.

    Quando vi a colecção fashionista fiquei logo com vontade de ter uma, um dos meus sonhos quando era criança era ter uma barbie negra e quando o namorado me ofereceu a primeira barbie fashionista negra, alimentou um gosto já muito antigo e que me dá prazer.
    Adoro esta colecção porque tem barbies de vários corpos, baixinhas, altas, plus size, assim como de vários tons de pele e mesmo traços de raças diferente, temos negras, latinas, albinas, asiáticas, é para mim uma verdadeira celebração da diversidade.

    Vou mostrar a minha pequena colecção de fashionistas, também tenho barbies que não são desta colecção, mas as fashionistas são aquelas que tenho comprado ou me têm sido oferecidas, para não falar que estas são barbies mais em conta, custam de 9,99€ a 12,99€.


    Estas são as minhas três barbies mais altas, a primeira oferecida pelo cunhado, a do meio comprei-a numa promoção e a terceira oferecida pelo namorado. 


    Estas são as duas barbies baixinhas, uma albina que o namorado me ofereceu e uma negra que me apaixonei assim que a vi, oferecida pelo o meu pai e madrasta. 


    Estas são as minhas barbies plus size, com corpos mais reais e que foram uma das razões por me ter apaixonado por esta colecção, 4 delas oferecidas pelo namorado e outras duas comprei recentemente numa promoção.


    Também há nesta colecção Ken's, com diferentes corpos e estilos, este é o meu primeiro e único e é um Ken plus size. 


    Este é um dos meus guilty pleasures e nada melhor para celebrar o aniversário da Barbie com uma publicação sobre este meu gosto e esta minha colecção. 


Um bom fim-de-semana! =)
Mrs. Margot

    Começar por dizer que esta primeira foto, a foto de capa foi retirada da internet e que o espaço já não está tal e qual essa decoração, na minha opinião actualmente está mais bonito, podem ver pelo menos pelas toalhas que está diferente.

    Nós tínhamos um restaurante mexicano de eleição que infelizmente fechou as portas em 2013 e desde então andávamos à procura de um mexicano que preenchesse esse vazio, que satisfizesse o nosso gosto e já andávamos para ir ao Hacienda D. Luísa há algum tempo e finalmente lá decidimos ir conhecer o espaço e o balanço foi muito positivo.

    A decoração é bem colorida, com objectos na parede que nos fazem viajar e para mim não houve nada de negativo a apontar em relação ao espaço, depois de ter estado no México, acho que o ambiente foi bem conseguido.


    Quando nos sentámos foi-nos logo servido uma taça com nachos e outra com um preparado de tomate e ervas que não era nada de especial e confesso que os nachos foram o que mais me desiludiram, estava à espera de um bom e intenso sabor a milho. 



    De entrada pedimos uns Nachos Hacienderos (6€), nachos com frango desfiado e queijo, uma verdadeira delícia, gostámos bastante. 


    Eu pedi para prato principal uma Quesadilla Juarez (12€) que é uma quesadilla com carne de porco desfiada, salsicha, chouriço e claro queijo, que estava muito delicioso e veio acompanhado com um saboroso arroz, um bom puré de guacamole e um maravilhoso puré de feijão. 

    Na verdade pedimos os dois pratos principais e comemos metade e trocámos os pratos para provarmos os dois os dois pratos.


    Ele pediu para prato principal Burrito Ranchero (13€) com carne de vaca picada, salsa mexicana, roja, acompanhado de chili de carne. Eu sou bem conhecido por fazer um delicioso chili, não chega aos pés do meu, mas estava muito bom, com o picante na dose certa e os burritos também eram bons. 


    Não comemos sobremesa porque já íamos com a ideia de ir a um sítio especifico praticar o pecado da gula, mas fica certamente para uma próxima, porque garantidamente queremos voltar, gostámos muito, encontrámos uma comida que não sendo extraordinariamente maravilhosa, era cheia de sabor e cumpria os requisitos. 

    Nós não bebemos álcool mas reparámos que têm algumas opções de sangria e têm margaritas, mas aí não sei vos dizer se são boas ou valem a pena.


Boas descobertas! =)
Mrs. Margot
    Eu sou um grande fã dos filmes do Harry Potter, já vi e revi-os algumas vezes e confesso que antes de me tornar um leitor assíduo nunca tive grande curiosidade em ler os livros, muito por causa do hype que todos lhes davam, lembro-me bem da loucura dos adolescentes na minha pré-adolescência e adolescência, muitas vezes esperavam pelos lançamentos à meia-noite, iam para as filas enormes, os livros esgotavam depressa e como sempre fui um pouco do contra, quando todos liam e ficavam viciados, eu tentava ignorar, mas os filmes conquistaram-me logo. 
    Quando me tornei num leitor mais voraz os livros da autora J. K. Rowling ficaram logo na minha wishlist e finalmente tive a oportunidade de ler pela primeira vez, shame on me, o primeiro volume da saga Harry Potter, Harry Potter e a Pedra Filosofal. 


Título em Portugal: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Título Original: Harry Potter and the Philosopher's Stone
Autor(a): J. K. Rowling
Nº de Páginas: 260
Lançamento: Reedição 2016
Editora: Editorial Presença
     



    Não vou mentir a dizer que não esperava mais do livro, esperava, mas também acredito que para quem leu o livro antes de assistir ao filme deve ter tido uma experiência bem diferente, e difícil partir para os livros sem já ter a imagem definida da história e todos os personagens.
    Sobre a história não há muito a dizer, já todos conhecem e devo dizer que fiquei muito surpreendido porque acho que este primeiro livro foi muito bem adaptado, todas as personagens foram incrivelmente bem conseguidas, os cenários, Hogwards, tudo o que é descrito podemos facilmente vê-lo no filme e eu gostei muito desta leitura, apesar de ter demorado a prender-me, quando chegou a meio eu já estava rendido, é uma leitura bastante fluída e prazerosa, até mesmo viciante.
    Quero muito ler o segundo volume, quero comprar estas edições especificas porque elas formam com a lombarda dos livros, o Castelo de Hogwards, acho um verdadeiro amor.



Boas leituras! =)
Mrs. Margot


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Tiago Cripton Marques
Lisboa | Portugal
Fashion Designer / Couturier
Foodie | Book lover
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Mrs. Margot foi uma personagem fictícia criada para este blogue, inspirada no papel do Robin Williams no filme Mrs. Doubtfire.

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