Mrs. Margot
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    As minhas últimas leituras foram da série "A Rapariga do Calendário" da autora Audrey Carlan, li toda de seguida e apesar de não achar uma saga extraordinária, eu gostei e alguns livros gostei mesmo muito.
    Li no formato de ebook e na versão brasileira que foram publicados mês a mês, em Portugal foram publicados por trimestres.

Estas são as capas portuguesas dos livros editados pela editora Planeta:


E estes foram os que eu li:


   Já tinha partilhado a opinião dos três primeiros meses aqui:
Livro-te: A Rapariga do Calendário (Janeiro/Fevereiro/Março)

Abril:
    Neste mês Mia vai para Boston para posar de namorada de um jogador de futebol americano, Maxon.
    Na altura em que li este livro não simpatizei nada com o Maxon nem achei que tinha acrescentado alguma coisa de novo na vida da Mia. Achei-o infantil e idiota. Mas com o avançar dos meses a minha opinião sobre Maxon mudou radicalmente.
    E para não ajudar, Wes desiludiu-me, apesar de perceber o porquê... o meu lado românico queria que ele esperasse.

Maio:
    Neste mês Mia vai para o Havai para trabalhar como modelo de roupa de praia, onde conhece o modelo Tai.
    Tal como o Maxon, na altura em que li não achei graça nenhuma ao personagem Tai, nem ao envolvimento dos dois, nem achei as relações sexuais entre eles assim tão extraordinárias. Mais tarde com o avançar dos meses percebi que o Tai mostrou a Mia o que é pertencer a uma família, seja ela de sangue ou não.
    Foi o mês em que praticamente ela não trabalhou como acompanhante e onde podemos conhecer mais sobre a sua irmã Mads.

Junho:
    Neste mês Mia parte para a capital Washington DC para ser acompanhante de Warren, pai do senador Aaron.
    Aqui é onde Mia trabalha como acompanhante, tal como nós imaginamos o trabalho e tudo corria bem, até que Mia é agredida sexualmente e o mundo dela vira do avesso, a confiança nos homens é quebrada. Gostei que tivesse acontecido este incidente, porque esta série fazia-nos pensar que o trabalho de acompanhante era um mar de rosas e todos sabemos que não é bem assim, assim mostrou-nos um lado mais dramático da profissão.
    E é depois desta agressão que percebemos a importância de Maxon e Tai na vida dela, como dois irmãos protectores.
   
Julho:
    Neste mês Mia vai para Miami para ser musa de um videoclip de um cantor famoso de hip-hop, Latin Lov-ah (Anton).
    Mia tem que lidar com uma nova situação, o seu trauma de ter sido agredida e não consegue deixar que Anton ou qualquer outro homem lhe toque sem reviver de novo esse momento. Eu até esperava que eles se envolvessem sexualmente, mas percebo o porquê.
    E há novos desenvolvimentos entre Wes e Mia.

Agosto:
    Neste mês Mia parte para o Texas para fazer-se passar por irmã de Maxwell, por questões relacionadas com a empresa do próprio.
    Ai Max, ai Max! Eu tenho que morder a língua para não começar a desfiar aqui um monte de spoilers, porque isso estragaria a surpresa, mas devo dizer que este foi um dos meus livros/meses preferidos, adorei a aparição de Max na vida de Mia. 
    Adorei diversos momentos desta leitura que conseguiu arrancar-me alguns suspiros e arrepios, gosto muito que a entrada de Max nesta história tenha mudado algumas dinâmicas e tenha enriquecido a mesma.
    Também ficámos a conhecer mais sobre a vida familiar de Mia. 

Setembro:
    Neste mês Mia não trabalha como acompanhante, volta para casa em Las Vegas por causa de desenvolvimentos na saúde do seu pai. 
    Este é o livro com uma carga dramática mais forte, muito diferente dos outros.
    É muito difícil respirar neste livro, tudo o que há para acontecer de mal, acontece e tudo a seguir umas às outras, se eu fosse a Mia teria entrado em colapso, foi muito agonizante. 
    Foi muito bom ver o desenvolvimento da personagem de Max nesta história, ele é tão adorável. 

Outubro:
    Mia regressa à Califórnia, após a sua dívida ser paga, deixa o seu trabalho como acompanhante. 
    Este livro é sobre curar as feridas e os traumas, deixar o passado para trás e enfrentar o futuro com novas perspectivas.
    É muito difícil assistir ao sofrimento de Wes e Mia, enfrentando os seus demónios causados pelo trauma, mas acho que era necessário isto acontecer, passar pela tempestade para depois encontrar a bonança. E a bonança de Mia começa com uma nova perspectiva de carreira. 

Novembro:
    Este é o mês em que começamos a respirar e onde tudo parece começar a fluir, embora ainda com alguns fantasmas para enfrentar.
    É o mês de acção de graças, de ser grata por tudo o que a vida nos deu de bom e Mia tem muito o que agradecer porque ela finalmente tem aquilo que todos almejam, a família, o amor e o trabalho em união, não lhe falta mais nada para ser feliz.
    Ela parte para Nova Iorque onde se reúne com antigos amigos.
    E tudo começa a levar-nos para o último mês, o encerrar desta série. 

Dezembro:
    Neste mês Mia vai para Aspen, Colorado devido ao seu novo trabalho. 
    O que Mia não esperava (nem nós) é que no último mês voltássemos a ser invadidos com uma surpresa bombástica e não querendo criar spoilers, mas criando um para manter o suspense, a mãe de Mia vive em Aspen e há o reencontro. 
    Dezembro é o mês das emoções, que força Mia a enfrentar o seu passado, fazer as pazes com ele para que possa viver um presente mais sereno e perspectivar um futuro promissor.
    Adorei que a autora tenha deixado uma informação no final do livro sobre o que aconteceu a cada personagem importante na história e uma última frase que deixa no ar se este é o último adeus a Mia... 

    
    Apesar de não ter achado esta série do género erótico extraordinária, eu gostei... É uma série leve que serve bem para entreter, cada livro tem poucas páginas (cerca de 120), não é de uma grande profundidade ou de uma intelectualidade complexa, são livros mais populares ideais para quem não tem o grande hábito de ler ou até nem gosta muito. 

     
Boas leituras! =)





    As mais recentes séries que entraram na lista das séries que eu sigo e que estou a gostar muito, eu bem que tento não acrescentar séries à já enorme lista das que sigo porque depois se atraso uma, atraso todas e depois ando vários dias a tentar colocá-las em dia, mas eu não resisto, sempre que vejo uma que acho interessante vejo o episódio piloto e se gostar continuo a ver.

    Eu podia ter acrescentado mais séries a esta lista, mas há razões para não estarem nela. Abandonei a A Series of Unfortunate Events, não é de todo o meu género de série, muito repetitiva, lenta, nonsense, quase adormeci no segundo episódio. E Riverdale, ainda não percebi muito bem do que trata a série e ainda não sei se gosto o suficiente para continuar a vê-la. Estou com curiosidade na Legion, mas só estreia em Portugal dia 13 deste mês.

    This Is Us
    
    É difícil descrever o quão esta série se tornou tão especial para mim, tal como o Glee foi importante na minha vida numa altura em que sai de casa e mudei de cidade, em 2009, esta série veio na altura certa para me trazer aquele reconforto. É uma série simples, uma história familiar, é bonita, delicada, sensível, eu chorei em quase todos os episódios, o que só me fez apaixonar ainda mais. 
    Conseguimos identificar-nos com todos os personagens, que são incrivelmente bem interpretados, com histórias bem reais de uma família disfuncional mas onde há definitivamente amor. 
   
    A história começa com um casal jovem que foram pais de trigémeos, um deles morre durante o parto e eles decidem adoptar um bebé que deu entrada nesse mesmo dia no hospital, que apesar de ter sido sempre o filho que mais atenção recebeu, também teve que lidar com todos os preconceitos de ser um filho negro numa família de pele branca. O outro filho sempre sentiu que ninguém lhe dava atenção nenhuma, pois todas estavam no seu irmão adoptado e na sua irmã com problemas de excesso de peso. Os episódios mostram-nos o passado e presente desta família, que nos apaixona. 

    É tão boa que apesar de ir a meio da primeira temporada, já foi renovada para mais duas. 

Star

    Não é segredo nenhum que adoro séries com componente musical e esta já me apaixonei, com a Queen Latifah num dos papéis principais, a série é dos mesmo produtores de Empire e conta a história de 3 raparigas que sonham ser uma girlsband famosa, mas com histórias bem dramáticas.
    Os momentos musicais são maravilhosos, adoro as músicas e a história para mim é muito boa, eu já sou fã, só espero que não venha a ser cancelada. 



Divorce

    Sou fã da Sarah Jessica Parker e não me importo com as críticas que ela é sempre "Carrie Bradshaw" em todos os seus personagens, porque é verdade e eu como fã que sou de Sexo e a Cidade não importo nada com isso, aqui em "Divorce" vemos uma "Carrie Bradshaw" mãe de dois adolescentes e numa relação que estagnou, houve traições, mentiras e que só podiam levar ao divórcio.
    Uma série com bom humor e que não é pesada nem massuda e foi renovada para uma segunda temporada.

Emerald City

    "Emerald City" foi uma surpresa para mim, não estava à espera de gostar tanto, os efeitos especiais desta série são melhores que muitas que andam por aí, tenho pena que audiência esteja a cair porque estou a gostar muito.
    A história desta série é uma inspiração do Wizard of Oz, numa versão um pouco diferente e que já agarrou a minha atenção, adoro a Dorothy, as bruxas e a cidade de Oz. 

Bons serões, seriólicos!



    "A Herdeira" da autora Kiera Cass é o quarto livro da saga A Seleção, uma das minhas sagas preferidas que me tem feito ansiar pela continuação. E agora ando a ansiar pelo quinto e último livro "A Coroa" que ainda não foi lançado em Portugal.

    A sinopse encontra-se aqui Livro-te: A Herdeira de Kiera Cass (Aquisição)

    Diferente dos três primeiros que eram contados pela voz de America, este quarto é contado pela sua filha Eadlyn, que é herdeira à coroa, assim sendo a futura Rainha por apenas 7 minutos que a separam do seu irmão gémeo, Ahren.
    Após o fim das castas implementadas pelo Rei Maxon, a população começa a revoltar-se por ver que na prática pouco tinha mudado nas suas vidas e a única solução que os reis encontraram para criar uma distracção e dar alguma alegria ao seu povo, foi criar uma Seleção para Eadlyn encontrar um marido.
    Contrariada, Eadlyn aceita o desafio de ter 35 pretendentes a lutar pela sua mão, determinada a fazer tudo o que conseguir para afugentar cada um deles, ela começa a perceber que existe uma dualidade de sentimentos, o não querer ter um marido, expor-se a alguém que não conhece, querer ser Rainha e governar sozinha e depois a contra-balancear isso tem responsabilidade como futura rainha de ser mais próxima do povo, de agradar ao povo e esta é a única maneira de o fazer, passar pela Seleção e encontrar um candidato que chegue ao seu coração.
    Ela não é uma rapariga fácil de se gostar, nos seus 18 anos ela é mimada, arrogante, convencida, autoritária e fútil, mas vai aprendendo muito com os candidatos  que a fazem amadurecer.  
    Esta história é muito mais leve que os outros três livros, tem muito menos acção e foca-se mais na competição da Seleção, nos seus candidatos e nos possíveis romances.
    Acaba a história sem uma escolha da princesa, mas já podemos tirar algumas suposições.
    Mais um que gostei muito e fico à espera do último.
Boas leituras!
Mrs. Margot

    "O Tempo Entre Costuras" da autora María Dueñas foi talvez uma das minhas leituras preferidas nos últimos tempos. Política, conflitos de guerra e afins não são de todo assuntos que me interessem, mas aqui entre a espionagem política, no meio da guerra, há também a moda e o glamour, a cultura de países diferentes, tem todos os componentes para prender da primeira à última página.
    A história foi adaptada a uma série televisiva espanhola que estreou no ano de 2013, eu vi recentemente no canal SIC Caras e adorei a série, gostei muito da escolha da actriz para a protagonista, Adriana Ugarte foi a escolha perfeita para a determinada Sira Quiroga/Arish Agoriuq.

Sinopse:   
    Sira Quiroga é uma jovem ajudante de modista, noiva de um rapaz humilde e filha de uma mãe solteira, nunca conheceu o seu pai. Conhece um vendedor de máquinas de escrever pela qual se apaixona perdidamente, acaba o noivado, conhece o pai e com o novo amante decidem partir para Tanger.
    Esse homem é a desgraça de Sira, depois de ser enganada por ele, vê-se num país estrangeiro, com uma dívida ao hotel onde ficaram, duas queixas em Madrid que a impedem de voltar, um medo constante de ser presa e sem saber o que fazer à sua vida.
    A vida de Sira transforma-se numa verdadeira montanha russa, abre o seu atelier de costura com a ajuda da candongueira Candelaria, arriscando a própria vida para conseguir o dinheiro.
    Uma história que passa-se no meio da guerra civil espanhola e da segunda guerra mundial, Sira Quiroga passa de uma simples modista, a alguém que faz espionagem política para os britânicos, recolhendo informação dos compromissos espanhóis e alemães, tudo para evitar que Espanha entre na guerra da Alemanha com apoio à mesma.
   
    Vivemos momentos de cortar a respiração com Sira sempre arriscar a sua vida, tudo começa em Marrocos, passa para Madrid onde se apresenta como a modista exótica "Arish Agoriuq" e passa até por Portugal, na zona de Estoril.
    Um livro que nos envolve num verdadeiro e magnifico mundo cosmopolita, entre a nata da sociedade e num esquema de espionagem com uma modista muito determinada, uma personagem forte e corajosa que nos apaixona. Nunca a política foi tão glamorosa, entre as costuras existem também as belas confecções de Sira que nos lembram que não só de politica se trata esta história, mas também de moda.
    Eu apaixonei-me, tornou-se numa das minhas leituras preferidas. E a série é igualmente boa, bonita e com todos os componentes de drama, humor, mistério, moda, suspense e claro o romance. Vale a pena ver e ler.
    Ficam aqui alguns looks de Sira Quiroga na série.



Boas leituras,
Mrs. Margot


     















   A Escolha é o terceiro livro da saga “A Seleção” da autora Kiera Cass e dos três que li, este foi o meu preferido.
   Foi muito prazerosa esta leitura, o livro que traz-nos todas as decisões que tanto estávamos à espera, a grande escolha da futura princesa e rainha de Illéa e a escolha do amor. Acho que é impossível não ficarmos apaixonados por esta história e desejar por mais.
Podemos ver durante todo o livro a cumplicidade de Maxon e America transformar-se em amor, podemos assistir a momentos completamente irresistíveis, intensos e românticos que fazem-nos ficar de sorriso no rosto.
   Acompanhamos o crescimento e amadurecimento de America, passar de uma 5 a alguém pronto para ser a princesa, ao Aspen sempre presente a protegê-la e a demonstrar que o amor deles foi feito para a vida toda.
   Foi bom vermos os segredos revelados aos poucos de Maxon a America, vamos percebendo muitos segredos que aconteciam também a outras pessoas e que vão explicando as suas atitudes e o carácter de cada um. Foi pena algumas mortes que acabaram por acontecer.

   Tudo parece ser perfeito e a escolha mais do que certa. E se no dia dessa escolha o Principe Maxon ficar a saber do relacionamento de America e o guarda do palácio Aspen? Será Maxon capaz de perdoar? Continuará a manter a sua escolha? Escolherá Kriss a favorita do público? America e Aspen ficarão juntos? 
Boas leituras,
Miss Margot
















   A Elite é o segundo livro da saga “A Seleção” da autora Kiera Cass e dos três que eu já li, este foi o que menos gostei.
   Eram 35 candidatas e depois dos consecutivos ataques ao palácio já só restam 6 que formam assim A Elite, America conseguiu ultrapassar os mais diversos obstáculos e fazer parte deste top, sendo a única da sua casta e a que tem a casta mais inferior das restantes candidatas.
   Achei sinceramente o livro um pouco maçador, por vezes um encher de chouriços a enrolar um pouco a história. Chegou a irritar-me solenemente a constante indecisão da primeira à última página, America a andar num verdadeiro pingue-pongue entre o Aspen e o Maxon, sem saber quais os seus verdadeiros sentimentos por qual deles; a incerteza de Maxon sobre qual das candidatas ele poderá escolher ou eliminar; a nossa incerteza sobre o carácter de Maxon, que nos faz questionar se é por obrigação o que faz ou se por convicção.

   Os aspectos positivos são os segredos que começam a ser revelados da história de Illéa, temos uma visão mais realista sobre tudo o que se passa no palácio e o mundo cor-de-rosa começa a perder a cor. Um dos momentos mais fortes é cena de Marlee, uma das candidatas e a melhor amiga de America lá dentro. Também é bom ver a cumplicidade que vai surgindo em volta de America, com o Principe, com o Aspen, com as suas aias e às vezes com as outras candidatas. 

Boas leituras,
Miss Margot


A Seleção da autora Kiera Cass é o primeiro livro da saga com o mesmo nome e  passa-se num futuro alternativo, uma saga que tem conquistado bastantes fãs pelo mundo inteiro e não só os livros mas também os pequenos contos em e-book como “O Príncipe”, “O Guarda”, “A Rainha” e “A Favorita” (só falta-me ler este último).
Uma sociedade controlada e organizada por castas que se hierarquizam por números, as castas número 1 sendo a família real, os 8 são o nível mais baixo da sociedade, os deficientes, criminosos, viciados e sem  abrigo. America e a sua família são da casta 5, a casta dos artistas e Aspen é um 6, casta dos serventes, empregados domésticos, costureiras…
America e Aspen namoravam às escondidas mas entre eles existia o fantasma das castas, ele perdeu o pai e teve que ajudar a mãe a sustentar a casa e os seus irmãos e nem sempre era fácil conseguir colocar comida na mesa, ela apesar de viver uma vida muito regrada e com algumas dificuldades dava para manter uma vida razoável com o seu trabalho.
Para tentarem mudar alguma coisa nas suas vidas, Aspen convence-a a inscrever-se na Seleção, que o fez a contragosto. A Seleção consistia em escolher aquela que iria ser a futura esposa do Príncipe Maxon, princesa e futura rainha de Illéa, entre 35 candidatas.  Após America ser uma das seleccionadas e mudar-se para o palácio, começa uma aventura que vai desafiar os seus sentimentos e as suas convicções.  Estará entre ataques rebeldes, as regras e leis do palácio, a conviver com mais 34 candidatas e ter que lidar com os seus sentimentos por Aspen e o pelo príncipe.

 Uma escrita apelativa, leve, jovem e que nos prende desde a primeira à última página, Kiera Cass traz-nos uma protagonista forte como tem que ser todas as heroínas, mas America é mais do que isso, para além da sua força, determinação e persistência, temos também alguém muito vulnerável, indecisa, emotiva e cheia de compaixão.  Este primeiro livro dá-nos a conhecer os traços gerais de vários personagens e obriga-nos a escolher um lado, Team Aspen ou Team Maxon, não sei de qual é a maioria mas eu cá sou Team Maxon.

Boas leituras,
Miss Margot
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Tiago Cripton Marques
Lisboa | Portugal
Fashion Designer / Couturier
Foodie | Book lover
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Mrs. Margot foi uma personagem fictícia criada para este blogue, inspirada no papel do Robin Williams no filme Mrs. Doubtfire.

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