Mrs. Margot
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    Tenho demasiados rascunhos com restaurantes que quero partilhar e vão ficando esquecidos, mas quero partilhá-los em breve, nem sei se todos estarão abertos depois desta pandemia, espero que sim e assim ficam as dicas para apoiarmos o nosso turismo, os nossos restaurantes locais.
    Já ando há muito tempo para partilhar este espaço, que entretanto já sofreu alterações no seu interior, agora havendo mais espaço com mesas para fazer as refeições.

    O Cartel 36 como o nome indica, é um espaço que segue uma inspiração a nível da sua decoração os cartéis de droga do México, vemos algumas referências pelo restaurante... o conceito da comida é de partilha, escolhe-se uma proteína, o acompanhamento e vem para a mesa para nós nos servirmos, eu gosto do conceito, assim fazemos dois pedidos e provamos dois pratos numa única refeição.


    Costumo sempre pedir de entrada o chouriço assado, que eu gosto muito, mas também já comi o cheese hell (queijo de azeitai dop derretido com mel) que é uma delícia para os fãs do agridoce como eu e alheira com espargos que também é muito agradável.


    Da lista das proteínas já comi bochecha de vitela em sofrido de tomate, javali de caça, acém de vitela açoriana, plumas de porco preto... mas os nossos preferidos são sem dúvida o magret de pato com molho de laranja que eu adoro, o molho então... humm, bem guloso e a maminha matutada australiana que também é muito boa.


    A nível de acompanhamentos pedimos sempre a batata frita com casca e é sempre a nossa preferência, também já provámos os cogumelos grelhados com queijo da ilha, mas eu não gostei muito e os noodles com balchão e ovo curado, que também é interessante e agradável. 


    Das sobremesas já provámos o insuflado de chocolate e o doce da matriarca, as sobremesas são muito leves, são assim um género de uma espuma, muito equilibradas. 


    Este tornou-se num dos nossos restaurantes preferidos, vamos lá muitas vezes para um almoço ou jantar a dois, como também já levámos lá a minha melhor amiga e a sua irmã. 

    O espaço é pequeno e bonito, o staff muito simpático e prestável, a comida é muito boa e tem wi-fi gratuito. Recomendo muito que visitem, fica no Parque das Nações em Lisboa. 


Boas descobertas,
Mrs. Margot

     Quem me segue pelas redes sociais, sobretudo instagram, deve ter reparado que na semana passada fui a um restaurante e fui colocando nas instastories, ao qual disse que era provavelmente o restaurante mais giro onde estive, pois esse restaurante lindíssimo e cheio de pinta é o Rota 94, em São Marcos.

    Só tive conhecimento deste restaurante há muito pouco tempo e fiquei surpreendido por nunca ter ouvido falar dele antes, sendo um restaurante tão badalado, estavam lá algumas pessoas famosas e tão perto da minha casa.

    Este restaurante fica numa zona de armazéns e pegaram num armazém enorme e construíram um restaurante super moderno, com uma decoração bem masculina e industrial, com apontamentos do mundo e da música. Ainda consta dentro deste restaurante uma barbearia e uma loja de tatuagens.
    Para além de tudo isso, temos ainda um jantar com música ao vivo, a primeira vez que lá fomos era música brasileira e kizomba, da segunda era música de rock ligeiro, uma maravilha, adoro este tipo de ambiente.



    Começámos a nossa refeição pedindo de entrada um pão do caco (1,50€) que é bem bom e vem acompanhado com um azeite e vinagre balsamico de qualidade, saborosos e também pedimos umas chicken wings (4,50€) que eram muito deliciosas e super gulosas, de lamber os dedos, o único defeito é vir 3 pedaços para partilhar por dois. (tipo?)



    Neste restaurante reina a carne, da primeira vez que fomos ao restaurante pedimos ambos picanha black angus maturada (14,50€) como louco que sou por picanha só posso dizer que é uma verdadeira maravilha, adorei e só pela picanha vale a pena lá voltar, ela vem acompanhada com feijão preto, arroz, batata frita às rodelas e mandioca frita.


    Para terminar a nossa refeição em beleza, pedimos duas sobremesas, um petit gateau (4€) que era muito agradável (mesmo eu não sendo um grande fã deste bolo) com uma bola de gelado muito boa, e um pavê de tiramisú (4€) que confesso que esperava outra coisa totalmente diferente, para mim este doce parecia mais o típico bolo de bolacha com o creme de manteiga, tirando isso, era muito bom, mas para um bolo de bolacha.


    Da segunda vez que lá fomos decidimos experimentar a mista de carne (14,50€) que apesar de ser bonzinho, ambos preferimos a picanha.


    E de sobremesa pedimos para partilhar uma suprema rota (7€) e aqui vou ter que ser brutalmente honesto, pelo preço que é foi uma verdadeira desilusão, era uma taça com brownie e três bolas de gelado (morango, chocolate e baunilha), o brownie era bom mas devia ser um pedaço maior, já o gelado bem podia ser de maior qualidade, a mim soube-me (e deve ser mesmo) daqueles baldes de gelado do LIDL de 3 sabores.



    Havemos de voltar mais vezes pela carne maturada, queremos experimentar os hambúrgueres e pelo ambiente do restaurante, festivo, bem disposto e divertido, ideal para um jantar a dois como para um jantar em grupo. 


Boas descobertas! =)

    Referi recentemente que tinha ido ao Butchers, no Parque das Nações em Lisboa, tinha provado os hambúrgueres, dos quais não tinha ficado muito fã, mas o principal motivo para lá querer ir era para provar a carne maturada, por isso fomos lá, outra vez!!!
    Deixem-me que diga que além do espaço ser lindo, moderno, elegante, a luz natural é maravilhosa, acho que é o que todo blogger e foodie deseja, as fotos não têm edição nenhuma.

    Pedimos de entrada o mesmo que tínhamos pedido da outra vez, os croquetes e o "bolo" do caco (que para mim é mais pão, mas é gostoso na mesma) que já tinha mostrado aqui: Butchers

    E se eu não fiquei fã dos hambúrgueres, das carnes na tábua, minha gente... eu AMEI! Valeu cada cêntimo, foi uma das melhores carnes que já comi na vida. Vou voltar muitas vezes só para comer aquela carne (estou a salivar só de pensar).

    Eu pedi uma Picanha Premium Black Angus (13,40€) com maturação de 35 dias e o namorado pediu uma Maminha Black Angus (12,40€) também com uma maturação de 35 dias, vieram acompanhados com uma salada temperada com vinagre balsâmico e batata doce em palitos, na tábua vem flor de sal para polvilhar a carne e um molho de tomate com um pimento padrón.
    Eu até tenho dificuldade em explicar o quanto estas carnes são de ir aos céus e voltar, porque provámos também a carne um do outro e ficámos completamente fãs. Se é caro? Eu acho um bocadinho, mas para mim vale cada cêntimo, por uma carne com este sabor acho um preço justo.

Picanha
Picanha

Maminha

    Acho que este restaurante vai-se tornar num dos nossos restaurantes fetiche de tão felizes que ficámos com a carne, eu sou completamente um fã de carne vermelha e esta é quase orgásmica de tão boa.

    O blog não se responsabiliza pela fome causada, pela saliva acumulada e por vontades inexplicáveis, ahah. 


Boas descobertas! =)


    Não sei como é com vocês mas eu tenho uma lista feita de restaurantes que quero conhecer, neste fim-de-semana decidi recorrer a essa lista e escolher um restaurante, as opções eram muitas e diversificadas, mas optámos pelo Butchers que fica no Parque das Nações em Lisboa, confesso que queria ir lá para provar carne na tábua mas como burger lovers que somos não resistimos em experimentar os hambúrgueres, para próxima tenho que experimentar as carnes na tábua, têm um óptimo aspecto.

    O restaurante fica muito bem localizado por de trás do Casino de Lisboa, o espaço é muito bonito, bem decorado com um aspecto clean, elegante e moderno, todo ele envidraçado deixando entrar a luz natural.

    No começo da nossa refeição pedimos de entrada: dois "O Croquete" (1,25€ cada) que vieram acompanhados com mostarda, eu não sou um fã do croquete em geral, mas este é uma verdadeira delícia porque não é daqueles secos, é húmido e saboroso; de seguida pedimos um bolo do caco com manteiga dos Açores e alho (2€) e eu devo dizer que sou muito exigente nesta iguaria porque adoro, para mim é um pão com manteiga e alho e não um genuíno bolo do caco, já comi melhores em Lisboa, como pão é maravilhoso, gostei muito.



    Como prato principal pedimos ambos o Butchers Burguer (9,75€) em "bolo do caco" com queijo cheddar, redução de cebola roxa em vinho do porto e ovo estrelado e acompanhado com batata doce aos palitos e maionese de alho, o hambúrguer a nível de sabor era muito bom, gostei, a nível da qualidade da carne? Maravilhoso! Apenas gostava que o hambúrguer estivesse mais firme para não se partir todo em pequenos pedaços quando cortamos com a faca e que não estivesse tão encharcado na parte de baixo que o pão desfazia-se... As batatas doces eram muito boas.




Boas descobertas! =)

    Confesso que ando há anos a tentar encontrar um bom restaurante italiano que me encha as medidas, um que seja capaz de me levar a viajar até Itália sem sair de Lisboa e até agora não encontrei, também não foi o Forneria capaz de o fazer, apesar de ter sido uma refeição agradável.
   
    Em relação ao espaço devo dizer que fica num bom sítio no Parque das Nações, calmo, com estacionamento perto... o restaurante em si é muito bonito, bem cuidado, moderno, elegante e com um espaço em que podemos ver os pizzaiolo a fazer as massas e colocá-las num forno de lenha.

    Quando nos sentámos trouxeram-nos um pequeno balde com uns grissinis e pedaços de pão para podermos molhar num molho de azeite, vinagre balsâmico e umas pedras de sal, era muito agradável, gostava que o pão fosse diferente.


    Pedimos umas bruschettas de tomate (3,95€ 2U) que estavam óptimas de sabor mas achámos que eram demasiado simples, como cozinho muito destas coisas em casa, estava à espera de uma bruschetta mais elaborada com rodelas de tomate, rodelas de mozzarella fresca, umas lascas de presunto e umas folhas de manjericão, mas o que nos foi servido foi apenas umas fatias de pão com tomate cherry temperado. 


    De seguida comemos uma focaccia de alecrim e azeite (4,5€) e eu não achei nada de especial, na verdade estava à espera de muito melhor, esperava uma focaccia alta e fofa, com alecrim azeite e umas pedrinhas de sal, em vez disso veio feita numa massa de pizza fina e estaladiça e faltava-lhe sal. 


    Para prato principal pedimos ambos uma calzone prosciutto (11,50€) e esta foi a estrela da noite, eu gostei muito da junção dos ingredientes, levava tomate, mozzarella fresca, cebola, cogumelos, prosciutto (presunto) e oregãos. 


    Para sobremesa evitámos pedir pannacotta porque também é algo que faço em casa e muito boas, decidimos então por uma mousse de chocolate com avelãs e caramelo salgado (3,50€), com esta mistura esperava-se algo divino, certo? Pois bem errado, a sobremesa tinha demasiado caramelo, não só tinha em cima como em baixo que anulava por completo o sabor do chocolate da mousse, só sabia a caramelo e tornou-se bastante enjoativo.


    Voltaremos mais uma vez porque fiquei com curiosidades nas pastas, a lasanha tinha muito bom aspecto e para a próxima talvez experimentemos as pannacottas ou o tiramisù, ou até mesmo algum gelado artesanal. 


Boas descobertas! =) 

    Já há muito tempo que queria ir ao Gutsy, principalmente ao de Carcavelos, mas ir ao fim-de-semana para esses lados com calor que se tem feito é quase impossível, o trânsito é caótico, então decidimos ir experimentar o de Arroios.

    À chegada reparámos que havia algumas pessoas numa fila para almoçar, lá tivemos que esperar, mas não foi assim muito tempo, o espaço é bem decorado, apesar de cheio, o ambiente é bem descontraído. Um aspecto interessante é que neste espaço incentivam as pessoas a comer à mão, o que por vezes pode ser complicado se quisermos cortar um hambúrguer a meio.
    Pedimos uma entrada que são bolinhas de carne (1,5€) que eram boas, apesar que para mim podiam estar um pouco mais temperadas e tenho pena que não tivessem mais opções de entrada.


    Como foi a primeira vez que fomos ao Gutsy, pedimos o Gutsy Family (15,90€) para degustar algumas opções, são 8 mini hambúrgueres... O meu preferido foi o Aventureiro com parmesão, tomate seco e pesto de manjericão. Vieram com umas batatas fritas agradáveis e um molho que era maravilhoso.


    Para acompanhar a refeição pedimos uma limonada de garrafa (3,50€), que era uma verdadeira delícia, doçura e acidez na dose certa.


    Não houve tempo para sobremesa porque tínhamos compromissos à tarde, mas com toda a certeza, iremos voltar para experimentar. Gostámos muito da experiência, voltaremos a este e talvez visitemos outros da cadeia. 

Boas descobertas! =)


    Como referi no post anterior Hamburgueria A Gina, depois do almoço fomos finalmente experimentar a tão afamada tapioca da "Beiju" da Rita Pereira.
    Comemos ambos uma tapioca de nutellla com morangos (3,60€) e não superou as minhas expectativas, sendo que a tapioca não tem grande sabor, o recheio devia ser mais doce, achei os morangos muito aguados e insípidos e não sei se foi pela mistura dos dois, mas achei o chocolate pouco doce, além disso também podia ter um pouco mais de recheio. Em relação à tapioca em si, foi o que mais me surpreendeu, nunca tinha provado e achei muito interessante a textura e o sabor que não era nada desagradável, parece-me uma base perfeita para fazer em casa, tenho que passar lá para comprar um saco para experimentar fazer em casa.


Boas descobertas!

  
   

    Ontem foi dia de ir ao teatro, faz-me sempre tão bem, a energia do teatro deixa-me sempre de alma lavada e enche-me o coração. O que me entristece é ter ido a uma peça que acabou de estrear e a sala estar só um quarto ocupada, entristece-me ver que as pessoas não vão ao teatro e não há desculpa dos preços, da localização, nada é desculpa. "A Mãe Biológica de Marilyn Monroe" é uma peça muito em conta e com metro ao lado.

Foto da minha autoria
    A peça "A Mãe Biológica de Marilyn Monroe" está em cena no Teatro Armando Cortez até 30 de Outubro, com as três actrizes Maria Emília Correia, Núria Madruga e Sara Salgado.

Sinopse:
    Marilyn Monroe chega uma noite a Gainsville, na Flórida, à casa onde a sua mãe biológica, Gladys Baker, uma mulher mentalmente enferma, vive na companhia de uma cuidadora, a jovem Lydia Martinez. Estamos no Verão de 1962, pouco tempo antes da morte da diva do cinema.
    O jogo das identidades entre estas três mulheres deflagra diante de nós e descobrimo-nos a testemunhar um evento cénico que nos seduz num crescendo emocionante de enigmas que aguardam resolução.
    E se a morte de Marilyn Monroe estivesse relacionada com o assassinato do Presidente John Kennedy?
    E se a mãe de Marilyn Monroe não fosse a verdadeira mãe da diva do cinema?
    E se o que você estivesse a ver não fosse exactamente o que parece ser…?
_________


    Uma peça que fala sobre a mãe de Marilyn Monroe (Núria Madrugada), a Gladys Baker (Maria Emília Correia) que vive com a sua empregada (que não me lembro o nome) interpretada pela Sara Salgado.

Foto da minha autoria.
    Gladys foi outrora uma mulher muito bonita que trabalhou também ela no mundo do cinema, através da manipulação de películas e muito cedo começou a sofrer de esquizofrenia, tendo uma relação com a filha muito bipolarizada. Marilyn sentiu que teve uma infância infeliz e essa infelicidade perseguiu-a até à data, sentia-se sozinha. Entre mãe e filha vão se desfiando conversas sobre a infância de Marilyn, os amores e desamores e por fim as teorias sobre a morte da grande diva da América.
    E pensamos que sabemos o que vamos ver e do que a peça se trata, mas perto do final tudo se revela bem diferente e ficamos a saber que nem tudo o que parece é na verdade e que há verdades que muito provavelmente vão ficar subentendidas. Não posso dizer muito mais senão estragaria a surpresa a quem tiver tensões de ir ver.
    Devo dizer que gostei muito do cenário, achei muito bonito, elegante e com um toque de bom gosto, requinte e glamour, adorei a interpretação das três actrizes que confesso que para mim foi o que me levou a gostar mais da peça, visto que achei o texto um pouco pobrezinho. Já o marido adorou e saiu de lá a dizer mil e uma maravilhas, ainda bem que o convenci a irmos ver.


    E por favor numa última nota, não deixem de ir ao teatro!!! Quem nunca foi, experimente e veja se gosta da experiência! A todos os que têm oportunidade por favor apoiem os artistas, assistam as peças que acharem mais interessantes, não deixem o teatro morrer e acreditem que há peças que vos podem surpreender verdadeiramente.
Ide ao teatro!



    Meu deus só de estar a escrever este post já estou de água na boca, soube do restaurante La 'Francezinha no Parque das Nações através do Zomato e decidi ir experimentar.
    Devo dizer que foi a melhor francesinha que comi nos últimos tempos e a primeira experiência correu muito bem, todos os aspectos que considero importantes foram 5 estrelas. 
    Fui segunda feira com o marido e a minha melhor amiga, evito ir aos fins de semana aos restaurantes porque já se sabe que vão estar sempre apinhados de gente, o restaurante é muito bem localizado com facilidade de estacionar e quando lá chegámos encontrámos um espaço bem decorado, muito cuidado e sossegado, intimista e confortável. 
    De salientar, porque é algo que dou muito valor, o empregado que nos atendeu foi super simpático e atencioso durante toda a refeição.
    Pedimos os três a francesinha da casa, porque foi para isso que lá fomos e eu devo dizer que sou muito fã de francesinha. A francesinha veio muito bem apresentada com batatas fritas (que me pareceram caseiras) à parte e só posso dizer que é do melhor que já comi, o molho estava picante na dose certa (como eu gosto!) e o prato estava equilibrado, por norma fico sempre a sentir-me empanturrada, mas não neste caso.


    Encerrámos a nossa refeição com uma maravilhosa tarte de limão, simplesmente divinal, era fresca, leve e nada enjoativa.


    Vou voltar de certeza e sinto que vai se tornar num dos meus restaurantes, daqueles que vou tantas vezes que até o pessoal já me conhece. 

Boas descobertas! 
Mrs. Margot

    De tanto ouvir falar decidi ir experimentar o Ground Burger no fim de semana passado, aproveitando uma ida à Feira do Livro.

    Não sei se foi por ser um dia atípico, um sábado e cheio de gente, mas achei a comida um pouco gordurosa demais para o meu gosto pessoal. Uma critica que fiz no Zomato recebeu as desculpas da gerência do espaço, dizendo que não é normal isso acontecer, que o suposto é virem secos e crocantes. Não foi o caso, irei voltar para uma segunda oportunidade visto terem sido simpáticos.

    Pedimos os aros de cebola que apesar de serem grandes e à primeira dentada serem agradáveis, estavam demasiado oleosos e isso deixa-me sempre um pouco agoniada. O mesmo aconteceu às batatas, estavam demasiadamente oleosas.
    Os molhos segundo eles são caseiros, não são nada de mais, não desiludem mas também não surpreendem.
    Vamos ao que interessa, o hamburguer, é caso para dizer que é o que salva a refeição e ainda bem, o pão é muito bom e caseiro, feito no próprio espaço, mas o destaque vai claramente para a carne que é de muita qualidade, super suculenta e saborosa, dos melhores que já provei nos últimos tempos.
    É melhor reservar, mas eu vi gente a chegar com reserva e a ficar à espera para entrar e sentar.

    Resumindo e concluindo, vou dar mais uma oportunidade e tentar ir durante a semana.

Boas descobertas!
Mrs. Margot

   Aproveitámos uma visita de uma amiga para ir experimentar um novo sitio no Parque das Nações em Lisboa, O Clube do Hamburguer.
   O espaço é muito pequeno e pouco acolhedor porque os bancos e as mesas são altos, para uma pessoa relativamente baixa como eu digamos que não é a melhor opção.
   Para entrada pedimos umas Buffalo Chicken Wings (4,5€) e devo dizer que estas asas de frango são só para corajosos de tão extremamente picantes que são, não deixando de ser boas, quase matam qualquer palato. Também pedimos um Pão de Alho Madeirense (1,75€) era muito bom e soube a pouco.
   De hambúrgueres, eu e o marido pedimos o Hamburgão (8,5€) que leva queijo, bacon, cebola caramelizada e ovo estrelado, a amiga pediu um Italian Caprese com queijo mozarella de búfala, tomate, manjericão, rúcula e pesto. Os hambúrgueres estavam muito deliciosos, vieram acompanhados com batatas envolvidas em ervas com um molho de queijo para molhar. A amiga pediu uma limonada para acompanhar mas não gostou muito, achou demasiado ácida.
   No geral foi boa a experiência para primeira vez, mas ainda não voltámos uma segunda vez.

















   "Boas Pessoas" está em cena no Teatro Aberto em Lisboa e eu fui conferir este fim de semana. Tinha prometido a uma amiga levá-la ao teatro para ter a sua primeira experiência e escolher uma peça que nunca vimos nunca é fácil, queria que ela adorasse e que perdesse a 'virgindade' em grande. A escolha não podia ter sido mais perfeita, "Boas Pessoas" é uma excelente peça de teatro, com uma grande produção, um bom texto e com muito dinamismo entre as transições de cena.
   Foram gargalhadas até virem as lágrimas aos olhos e também algum drama que faz-nos reflectir sobre a vida, o nosso quotidiano. A peça fala-nos de uma mãe solteira Margarida interpretada brilhantemente pela Maria João Abreu, que fica sem trabalho e devido a idade com poucas probabilidades de arranjar um novo tão cedo, encontros e desencontros, classes sociais distintas e uma vida muito bairrista. A actriz Sílvia Filipe esteve excelente no papel que desempenhou e graças a ela escorreram-me lágrimas de tanto que me ri.
   Com um elenco de luxo; Maria João Abreu, Leonor Seixas, Irene Cruz, Sílvia Filipe, Pedro Laginha e Luís Lucas Lopes. Sem deixar de referir os momentos de transição entre as cenas com os coelhinhos e os jogos de luzes que apimentaram a peça.
   E o melhor de tudo, a amiga adorou!
























Vão ao teatro, saem de lá de alma lavada!
Miss Margot
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Mrs. Margot foi uma personagem fictícia criada para este blogue, inspirada no papel do Robin Williams no filme Mrs. Doubtfire.

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